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BLOG DO CASTANHA

A diabetes e a depressão

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COLABORAÇÃO DO LEITOR


A depressão pode aumentar os riscos de complicações avançadas e graves do diabetes - incluindo insuficiência renal, cegueira (microvasculares) e até infarto e derrame (macrovasculares) -, segundo estudo publicado esta semana na revista médica Diabetes Care. Entre os voluntários com diabetes tipo 2, a depressão maior foi associada com 36% maior risco de desenvolver complicações microvasculares e 25% mais chances de ter os problemas macrovasculares da doença, comparados aos diabéticos sem depressão.
 
O estudo avaliou, no período entre 2000 e 2002, e entre 2005 e 2007, mais de 4,6 mil pacientes com diabetes, revisando registros médicos, códigos diagnósticos e procedimentais, lista de medicamentos prescritos e atestados de óbito em um período de cinco anos em média. E mesmo entre aqueles pacientes sem indicação prévia de complicações, os pesquisadores observaram que a depressão aumentava as chances de ter esses problemas.
 
De acordo com os especialistas, pessoas com depressão são mais propensas ao diabetes, e os diabéticos também são mais propensos a desenvolver a depressão. Por isso, os pesquisadores defendem que o tratamento de uma dessas doenças pode reduzir as chances de comorbidades e melhorar os resultados em relação à outra condição. Porém mais estudos são necessários para esclarecer os mecanismos biológicos adjacentes para a associação entre a depressão e as complicações do diabetes, e para testar intervenções que podem ser eficazes em reduzir os riscos de complicações nesses pacientes.
 .

Seja lá como for, soria mais, divirta-se, conviva, não se isole, seja você diabético
ou não.

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Walter Denis


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Colaboração de Walter Denis - ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. ) 
 
 
Última atualização ( Dom, 07 de Fevereiro de 2010 10:50 )  

Causos de Jornalista

JOSÉ LUIZ TRUAN

22.06.2010 |
JOSÉ LUIZ TRUAN - Ele, pessoalmente, não vai gostar muito do que estou revelando neste texto. É um homem reservado, não gosta contem sua história. Recentemente, completou 90 anos de vida, e como qualquer outro jovem, continua trabalhando diariamente, no seu restaurante “Taverna Suíça” (fundado em agosto de 1968), por que precisa se manter economicamente, sobreviver como os demais brasileiros. Quando Gravatá era apenas um caminho para Caruaru e Garanhuns, naquela metade da década de 60, o suíço-espano José Luiz Truan assentava o primeiro tijolo no alicerse do que seria a “Gravatá Cidade Turística” com a construção do seu Hotel Suíço (hoje extinto) e logo depois o Restaurante Taverna Suíça. Ele introduziu a fondue na culinária gravataense e fez com que muita gente subisse a Serra das Russas para degustá-la – um hábito salutar de 42 anos vividos por várias gerações. A Fondue é o mesmo daquele inicio. José Luiz Truan aprendeu a receita da Fondue, no local onde os pastores de ovelhas suíços descobriram este prato. Nas colinas da Suíça onde se abrigavam do frio. Uma fogueirinha, a água com óleo fervendo, a imersão da carne e a Foudue, era a receita que o soldado José Luiz Truan, - que aos 16 anos fora convocado para lutar na Guerra Civil Espanhola e saíra ferido por mais de uma vez – experimentava nos acampamentos das suas campanhas bélicas. Filho de mãe espanhola da província de Gijon e de pai suíço da nobreza rural de Faud, José Luiz Truan teve uma juventude cheia de aventuras. Lutou como soldado na Segunda Guerra Mundial e teria sido dado como morto, depois de ter participado de uma sangrenta batalha no solo de neve russo de Lenigrado. Era do pelotão de caçar tanques de guerra do inimigo e destruí-los. Terminada Guerra, trabalhou durante anos até que veio para América do Sul. Entrou no Brasil através do Equador pela Selva Amazônica. Um dia os caminhos da vida lhes trouxeram para Recife. Trabalhou em restaurantes e conheceu Madalena, sua esposa, com quem teve duas filhas – Ana e Katarina, que residem na Europa. Em 1964 foi convidado para trabalhar em Garanhuns, certamente no Hotel Tavares Correia. Antes de chegar a cidade das 7 Colinas, parou em Gravatá, e nunca mais saiu daqui. Sou apenas um jornalista. Mas a vida heróica de José Luiz Truan enche de fascínio qualquer biografo na caça de uma boa história. Gravatá deve toda essa história de “Cidade Turística”, ao visionário José Luiz Truan que introduziu um pouco da cultura suíça, dos chalés e da gastronomia, Não deixe de saborear esta história com o mais autêntico e delicioso prato da cozinha suíça – A Fondue, prepara e servida na Taverna Suíça de Gravatá. Faça sua reserva pelo telefone 3533.0299. Read more...

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Sobre o Autor

Author Cláudio Castanha é Jornalista atuante com mais de 25 anos de experiência. Atualmente reside em Gravatá - PE.