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BLOG DO CASTANHA

Opções do Carnaval do Recife

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DICAS PARA O FOLIÃO SE DIVERTIR ORGANIZADO


Quem circula pelo Bairro do Recife durante o Carnaval sabe que pode encontrar um verdadeiro oásis no Armazém 12, no Terminal Marítimo de Passageiros, próximo ao Marco Zero. É lá que a Prefeitura do Recife monta a Central de Serviços do Carnaval Multicultural do Recife. Este ano, a Central vai funcionar de 05 a 11/02, das 16h às 22h, e de 12 à 16/02, das 16 às 0h.

Na Central, turistas e a população podem relaxar, utilizar os serviços e a grande novidade deste ano é que os pais poderão brincar com mais tranquilidade, uma vez que haverá espaço de recreação infantil e fraldário. O espaço oferece ainda serviço de informações turísticas, perdidos e achados, distribuição de preservativos e orientação à prevenção de DST´s, além de delegacia interativa, caixas eletrônicos, venda de artigos de época como fantasias e adereços, customização de roupas, venda de artesanato, serviços de maquiagem e penteados, vendas de CD´s e DVD´s de música de artistas pernambucanos.

O local concentra, ainda, a Coordenação do Carnaval e toda a infraestrutura para o receptivo da imprensa, onde os profissionais de comunicação credenciados podem utilizar computadores, internet e telefone. Também na Central do Carnaval funcionam os escritórios das Secretarias e Empresas da Prefeitura do Recife que atuam no Carnaval: Secretaria de Saúde, Cultura, Comunicação, Relações com a Imprensa, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Emlurb e Emprel.

Para receber artistas e convidados, é montado um camarote no espaço. Todo o espaço foi projetado pensando na acessibilidade. Todas as entradas possuem rampa e barras, além de, no local, ter banheiros adaptados para as pessoas com deficiência.

Já na área externa do Terminal Marítimo os visitantes podem usufruir da Arena Gastronômica, realizada pela Prefeitura do Recife com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PE). O espaço visa oferecer à população e turistas um serviço de alimentação de qualidade.

 

______________________________________

Com informações da jornalista Rafaela Aguiar - Secretaria de Turismo da Prefeitura do Recife - Email Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. - 9122.8418

Última atualização ( Qui, 04 de Fevereiro de 2010 01:40 )  

Causos de Jornalista

JOSÉ LUIZ TRUAN

22.06.2010 |
JOSÉ LUIZ TRUAN - Ele, pessoalmente, não vai gostar muito do que estou revelando neste texto. É um homem reservado, não gosta contem sua história. Recentemente, completou 90 anos de vida, e como qualquer outro jovem, continua trabalhando diariamente, no seu restaurante “Taverna Suíça” (fundado em agosto de 1968), por que precisa se manter economicamente, sobreviver como os demais brasileiros. Quando Gravatá era apenas um caminho para Caruaru e Garanhuns, naquela metade da década de 60, o suíço-espano José Luiz Truan assentava o primeiro tijolo no alicerse do que seria a “Gravatá Cidade Turística” com a construção do seu Hotel Suíço (hoje extinto) e logo depois o Restaurante Taverna Suíça. Ele introduziu a fondue na culinária gravataense e fez com que muita gente subisse a Serra das Russas para degustá-la – um hábito salutar de 42 anos vividos por várias gerações. A Fondue é o mesmo daquele inicio. José Luiz Truan aprendeu a receita da Fondue, no local onde os pastores de ovelhas suíços descobriram este prato. Nas colinas da Suíça onde se abrigavam do frio. Uma fogueirinha, a água com óleo fervendo, a imersão da carne e a Foudue, era a receita que o soldado José Luiz Truan, - que aos 16 anos fora convocado para lutar na Guerra Civil Espanhola e saíra ferido por mais de uma vez – experimentava nos acampamentos das suas campanhas bélicas. Filho de mãe espanhola da província de Gijon e de pai suíço da nobreza rural de Faud, José Luiz Truan teve uma juventude cheia de aventuras. Lutou como soldado na Segunda Guerra Mundial e teria sido dado como morto, depois de ter participado de uma sangrenta batalha no solo de neve russo de Lenigrado. Era do pelotão de caçar tanques de guerra do inimigo e destruí-los. Terminada Guerra, trabalhou durante anos até que veio para América do Sul. Entrou no Brasil através do Equador pela Selva Amazônica. Um dia os caminhos da vida lhes trouxeram para Recife. Trabalhou em restaurantes e conheceu Madalena, sua esposa, com quem teve duas filhas – Ana e Katarina, que residem na Europa. Em 1964 foi convidado para trabalhar em Garanhuns, certamente no Hotel Tavares Correia. Antes de chegar a cidade das 7 Colinas, parou em Gravatá, e nunca mais saiu daqui. Sou apenas um jornalista. Mas a vida heróica de José Luiz Truan enche de fascínio qualquer biografo na caça de uma boa história. Gravatá deve toda essa história de “Cidade Turística”, ao visionário José Luiz Truan que introduziu um pouco da cultura suíça, dos chalés e da gastronomia, Não deixe de saborear esta história com o mais autêntico e delicioso prato da cozinha suíça – A Fondue, prepara e servida na Taverna Suíça de Gravatá. Faça sua reserva pelo telefone 3533.0299. Read more...

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Sobre o Autor

Author Cláudio Castanha é Jornalista atuante com mais de 25 anos de experiência. Atualmente reside em Gravatá - PE.