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BLOG DO CASTANHA

Existe diferença entre um grupo e uma equipe?

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QUARTA-FEIRA É DIA DE OPINIÃO DO PROFESSOR RICARDO VIEIRA

 

Na minha primeira matéria deste ano, postada na semana passada, eu falei sobre o papel dos coordenadores pedagógicos e dos diretores escolares. E ao final anunciei que hoje falaria sobre a diferença entre Grupo e Equipe. Pois muito bem. Vamos ver se consigo.

Me utilizando de metáfora (ferramenta que adoro), gostaria que imaginassem a Educação é transportada por dois barcos: um barco de pesca e o outro é um barco a velas. Cada um destes representa um tipo de escola e cada uma destas profissões representa um tipo de professor existente nas escolas.

Mesmo conhecendo quase nada das duas profissões, é fácil identificar as atividades, as obrigações e os objetivos das pessoas envolvidas nelas. O grupo de pescadores, mesmo estando no mesmo barco, tem objetivos próprios, isolados. Cada um quer levar para casa o seu tanto de peixes. Os velejadores, por outro lado, visam um único objetivo: vencer uma competição.

Se um dos pescadores não pescarem nada, o problema será só dele. Cada pescador tem que se virar para levar a sua pesca para casa ou para o seu comércio. No caso dos velejadores, a história é completamente diferente. O problema de um, é problema de todos. Se um falhar, todos irão perder.

Perguntamos: quem representa uma EQUIPE e quem representa o GRUPO? Esses conceitos têm aplicabilidade na EDUCAÇÃO?

Quando os professores representam a escola de pescadores, eles são isolados, não conseguem se entender de forma afinada, não vêem objetividade no que fazem, são pouco comprometidos com a coletividade, adoram fazer panelas para fritarem o peixe do outro, etc. Estes representam simplesmente um grupo.

Porém, quando os professores trabalham como se estivessem num barco a velas, onde cada um contribui para que todos vençam no final, estaria instalado o espírito de equipe, pois todos os professores (velejadores) da escola trabalharam para atingir as metas estabelecidas.

Que tipo de professores nós temos nas nossas escolas: Velejadores ou Pescadores? Somos uma categoria que pensa e trabalha em grupo ou em equipe? A Secretaria de Educação tem uma equipe ou um grupo? Bom, gente boa lá dentro tem... Mas, equipe...


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Ricardo Vieira é Educador das Redes Estadual e Municipal de Ensino. - Assina o blog: www.professorricardovieira.blogspot.com = Email – MSN: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

 

Causos de Jornalista

JOSÉ LUIZ TRUAN

22.06.2010 |
JOSÉ LUIZ TRUAN - Ele, pessoalmente, não vai gostar muito do que estou revelando neste texto. É um homem reservado, não gosta contem sua história. Recentemente, completou 90 anos de vida, e como qualquer outro jovem, continua trabalhando diariamente, no seu restaurante “Taverna Suíça” (fundado em agosto de 1968), por que precisa se manter economicamente, sobreviver como os demais brasileiros. Quando Gravatá era apenas um caminho para Caruaru e Garanhuns, naquela metade da década de 60, o suíço-espano José Luiz Truan assentava o primeiro tijolo no alicerse do que seria a “Gravatá Cidade Turística” com a construção do seu Hotel Suíço (hoje extinto) e logo depois o Restaurante Taverna Suíça. Ele introduziu a fondue na culinária gravataense e fez com que muita gente subisse a Serra das Russas para degustá-la – um hábito salutar de 42 anos vividos por várias gerações. A Fondue é o mesmo daquele inicio. José Luiz Truan aprendeu a receita da Fondue, no local onde os pastores de ovelhas suíços descobriram este prato. Nas colinas da Suíça onde se abrigavam do frio. Uma fogueirinha, a água com óleo fervendo, a imersão da carne e a Foudue, era a receita que o soldado José Luiz Truan, - que aos 16 anos fora convocado para lutar na Guerra Civil Espanhola e saíra ferido por mais de uma vez – experimentava nos acampamentos das suas campanhas bélicas. Filho de mãe espanhola da província de Gijon e de pai suíço da nobreza rural de Faud, José Luiz Truan teve uma juventude cheia de aventuras. Lutou como soldado na Segunda Guerra Mundial e teria sido dado como morto, depois de ter participado de uma sangrenta batalha no solo de neve russo de Lenigrado. Era do pelotão de caçar tanques de guerra do inimigo e destruí-los. Terminada Guerra, trabalhou durante anos até que veio para América do Sul. Entrou no Brasil através do Equador pela Selva Amazônica. Um dia os caminhos da vida lhes trouxeram para Recife. Trabalhou em restaurantes e conheceu Madalena, sua esposa, com quem teve duas filhas – Ana e Katarina, que residem na Europa. Em 1964 foi convidado para trabalhar em Garanhuns, certamente no Hotel Tavares Correia. Antes de chegar a cidade das 7 Colinas, parou em Gravatá, e nunca mais saiu daqui. Sou apenas um jornalista. Mas a vida heróica de José Luiz Truan enche de fascínio qualquer biografo na caça de uma boa história. Gravatá deve toda essa história de “Cidade Turística”, ao visionário José Luiz Truan que introduziu um pouco da cultura suíça, dos chalés e da gastronomia, Não deixe de saborear esta história com o mais autêntico e delicioso prato da cozinha suíça – A Fondue, prepara e servida na Taverna Suíça de Gravatá. Faça sua reserva pelo telefone 3533.0299. Read more...

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Sobre o Autor

Author Cláudio Castanha é Jornalista atuante com mais de 25 anos de experiência. Atualmente reside em Gravatá - PE.